Amigos indico a leitura deste e-book. Principalmente aqueles que buscam uma clareza sobre o movimento homossexual, escrito por um cristão que está exilado por este movimento. Aconselho muito.
http://pt.scribd.com/doc/62711163/O-Movimento-Homossexual
Grande abraço.
Quarta-feira, Setembro 28, 2011
Segunda-feira, Setembro 19, 2011
A Mídia existe para a Sociedade, ou a Sociedade existe para a Mídia?
Gaste um tempinho e veja este vídeo até o fim, tem 6:32 minutos.
http://www.youtube.com/watch?v=Jw-tnESI7JU
Como vocês podem ver, na entrevista real as pessoas questionadas não aprovam a união homossexual dando assim veracidade a pesquisa feita pelos jornais de que 55% da população tem essa mesma opinião. (não que eu acredite cegamente na pesquisa dos jornais)
Como é "proibido" hoje (por imposição) falar contra, publicamente do homossexualismo, as pessoas mudaram seu discurso quando a câmera era ligada. O que é uma atitude lamentável também.
Os adjetivos as estas pessoas ficaram em preconceituosos e hipócritas.
O que vemos a seguir é uma tentativa incrível de manipulação.
Pois a opnião pública é ignorada e o programa de TV tem a intenção de impor a sua.
Para ter apoio da sua tese, eles vão até uma festa aparentemente GLS.
Conveniente não?
Afinal os homossexuais são os beneficiados com isso tudo, não é estranho buscar apoio na reunião deles?
Minhas perguntas são:
A Mídia existe para a Sociedade, ou a Sociedade existe para a Mídia?
Convém à Mídia mudar a opinião pública?
Penso que todo esse processo deveria ser isento.
O erro foi depressiar a opinião deles. Se eu fosse usar as mesmas armas, diria que a Mídia é preconeituosa com aqueles que tem opnião divergente à deles. O preconceito é bilateral.
Mas ainda consigo ver um lado positivo nisso tudo. Pelo menos a opnião verdadeira dos entrevistados foi apresentada. Claro que com poucos argumentos válidos, mas foi apresentada.
Papo Na rede (koinoniaonline)
PAPO NA REDE é um programa online realizado pelo Fernando Oliveira e Carlos Bregantim no estúdio de Daninel Choi. Muitos músicos e personalidades que trazem suas experiências em suas áreas já compareceram lá.
Esta semana eu estarei lá com esses amigos queridos falando de Arte, Música e o Politicamente Correto.
Visitem lá! Mesmo offline tem muitos programas gravados com excelente conteúdo para seu crescimento.
Quinta às 16h no www.koinoniaonline.net
Um abraço.
Domingo, Setembro 18, 2011
Não diga nada. Estão blindados!
Desde sempre todos os tipos de pensamentos, religiões, políticas, comportamentos, dos mais honestos aos mais duvidos, até mesmo as diferentes classes socias eram passíveis de críticas.
Eu me enquadro nesta máxima. Tudo que publico aqui e nas redes sociais estão debaixo da mesma lei.
Mas há uma classe que não pode ser criticada.
Quando digo isso, não falto com o respeito com ninguém e nem os menosprezo.
Questiono simplesmente a blindagem que os homossexuais receberam de uns tempos para cá.
Críticas, comentários, piadinhas e qualquer comportamento semelhante pode dar cadeia. Qual a acusação? Ser homofóbico.
Nos tempos da ditadura, não se podia falar mal do Governo militar vingente. A punição viria com a prisão, quem sabe tortura e requintes de crueldade.
Esse tempo acabou e foi muito comemorado, sendo até hoje o exemplo negativo de governo e estilo de vida.
Mas hoje que curioso, um comportamento não pode ser criticado no Brasil. O Governo? Não! O homossexualismo.
Eu sou heterossexual e tenho normas de comportamento para meu heterossexualismo. Não se tolera na sociedade, atos libidinosos, principalmente em público, adultério e outros. Ou seja o meu modo de viver o heterossexualismo pode ser e é criticado de acordo com a maneira que vivo.
Me pergunto porque essa blindagem aos homossexuais?
Cada um pode fazer o que quer. Viver a vida como pensa ser melhor.
Porém, o que há no homossexualismo de tão sublime que não possa ser criticado?
Sexta-feira, Setembro 16, 2011
UMP Entrevista: Diego Venancio
UMP Entrevista: Diego Venancio
Diego Venancio é Violonista e Produtor musical;
Professor de música e violão, tem dois cds gravados 1º chamado Expressão e o 2º chamado Calar dos Ruídos. Estudou na Fundação das Artes de São Caetano do Sul e a faz junto com Stenio Marcus o programa Papo e Arte.
Conversamos com ele sobre seu trabalho e os rumos da música cristã.
1 - Diego, bem vindo ao UMP Entrevista. De início, conte-nos um pouco sobre você e sua história com a música.
Primeiramente agradeço a oportunidade de participar desta entrevista. Venho de uma família cristã e que por consequência disso é muito musical. Desenvolvi a música desde muito pequeno. Mas comecei a estudar música de verdade com 7 ou 8 anos e violão com 9. Desde então não larguei mais. Com 17 anos entrei na Fundação das Artes em São Caetano do Sul. Lá tive a chance de estudar música de verdade e conhecer músicos fantásticos que me ajudaram muito no desenvolvimento. Logo após este tempo estudei com o saudoso Prof. Henrique Pinto que me transformou num violonista. Mas hoje abandonei a ideia de ser concertista ou algo assim. Em 2004 ingressei no Grupo Vencedores por Cristo e lá permaneci por dois anos. Foi muito bom porque conheci a realidade do Brasil em relação ao evangelho, visitando muitas igrejas. E a ferramenta usada era a música. Comecei a crescer nesta questão da composição de canções e assim cheguei no trabalho que desenvolvo hoje.
2 – A música chamada evangélica no Brasil hoje é na verdade um verdadeiro sopão sem identidade, pois ao mesmo tempo em que se abrem espaços na grande mídia, o conteúdo é raso e a mensagem do Evangelho de Jesus é posta de lado. Que análise você faz desse momento e que consequências isso trará?
Minha constatação é que o mercado "Gospel" já está estabelecido. Duas ou mais décadas de investimento pesado na criação de um público consumidor tiveram sucesso e fizeram a gente chegar onde estamos.Hoje assistimos a um circo dos horrores da música evangélica. O que concluo é que esse estilo surgiu para enganar e conseguiu enganar a muitos. Criaram seu público e assim vai sendo alimentando o ciclo vicioso. Mas ultimamente estou otimista, porque a 6 anos atrás não tínhamos muitas opções. Mas hoje vejo movimentos de levante da música brasileira; a música que é feita por nós brasileiros e que busca a verdade de Cristo e uma leitura correta ou ao menos mais cuidadosa da boa teologia. As consequências disso tudo? Como Jesus disse, muitos serão enganados, muitos falam no nome dele, mas não apresentam a Jesus na essência do seu discurso.
3 – O seu álbum tem um título intrigante: O CALAR DOS RUÍDOS (http://diegovenancio.blogspot.com/p/calar-dos-ruidos.html). Fale-nos um pouco sobre o sentido do título e o como isto se desenrola nas canções.
Esse título pode ser visto por duas vertentes. A do ruído explícito a que estamos expostos todos os dias na vida em cidade e também uma pretensão minha de dizer que ao ouvir esse disco calam-se os Ruídos externos que falam bobagem e não trazem boa música aos ouvidos. Tenho a pretensão de dizer que meu disco é bom do ponto de vista estético músical e até de poesia. Minha ressalva é a de que estou amadurecendo e posso fazer ainda melhor. É o que eu espero com a misericórdia de Deus.
4 – O Papo e Arte (@papoearte) tem tido cada vez mais audiência pelo twitter. A sua parceria com o Stênio Marcius (@steniomarcius) e os convidados tem dado super certo. Você esperava tanta repercussão? Aproveite e apresente para os que não conhecem o que é o Papo e Arte. Bom, a ideia é do Stênio Marcius.
Era só pra ser uma simples twitcam, mas graças a um amigo que disponibilizou alguns equipamentos, pudemos fazer algo melhor. E assim demos um nome e seguimos com um programa na web simples, mas bem estruturado. Não queremos nada muito formatado que tire nossa espontaneidade. Fazemos piadas, criticamos, elogiamos, rimos de nós mesmos e isso é divertido e gostoso de assistir. Todas as quartas as 20:30hs nos reunimos e fazemos o programa ao vivo. Mas que fica gravado no www.igrejasp.com.br Estamos lá para falar de arte de modo geral e também das nossas convicções cristãs.
5 – Quais são os trabalhos futuros? O que veremos e ouviremos adiante do Diego Venâncio?
Estou com alguns projetos. O primeiro deles está saindo agora que é o DVD Vida de Crianças, todas as composições do Stênio Marcius. Fiz uma releitura de um antigo disco infantil dele, e adicionamos animações a cada canção. Está um trabalho muito sensível e bonito. O segundo é um trabalho ecológico que foi iniciado também pelo Stênio e agora estamos terminando em parcerias as canções. Pretendemos fazer um DVD de conteúdo ecológico que levará meu nome como artista, mas darei ao Stênio todas as honras com toda a certeza. O terceiro já está em andamento também com as composições. É um disco "secular" (não gosto deste termo). Quero me comunicar com as pessoas que estão fora da igreja. Que não tem a linguagem eclesiástica. Quero falar do belo, quero falar de amor, de alegrias e tristezas e assim atingir as pessoas pela beleza. Vou tentar entrar com este trabalho em lugares que não entraria um trabalho "cristão". Não gosto da diferenciação dos termos porque para mim tudo é uma coisa só. O belo é feito por Deus o Criador que me emprestou a capacidade de fazer música. O belo conversa com todos. O quarto é um disco de DUO de violão e Flauta. Meu amigo Jorge Ervolini compôs duas suítes para mim e pretendo gravá-las também, mas não tenho nenhuma previsão de quando sairá.
6 – Por fim, agradecemos a sua paciência e gentileza em nos atender e pedimos que deixe uma mensagem a todos os leitores do blog.
Eu agradeço muito a oportunidade. Falar sobre música e os novos projetos é sempre um prazer. Meu recado é: Estamos em guerrilha, não podemos descansar e peço a ajuda de todos, para divulgar os trabalhos que valem a pena. Tragam novos ouvintes para serem cuidados, amparados, abençoados e até ensinados com as canções desses artistas criteriosos. A música hoje é o veiculo que ensina que prega que leva a mensagem, ela precisa ser integra e bonita.
Um grande abraço.
Deus abençoe vocês.
Diego Venancio é Violonista e Produtor musical;
Professor de música e violão, tem dois cds gravados 1º chamado Expressão e o 2º chamado Calar dos Ruídos. Estudou na Fundação das Artes de São Caetano do Sul e a faz junto com Stenio Marcus o programa Papo e Arte.
Conversamos com ele sobre seu trabalho e os rumos da música cristã.
1 - Diego, bem vindo ao UMP Entrevista. De início, conte-nos um pouco sobre você e sua história com a música.
Primeiramente agradeço a oportunidade de participar desta entrevista. Venho de uma família cristã e que por consequência disso é muito musical. Desenvolvi a música desde muito pequeno. Mas comecei a estudar música de verdade com 7 ou 8 anos e violão com 9. Desde então não larguei mais. Com 17 anos entrei na Fundação das Artes em São Caetano do Sul. Lá tive a chance de estudar música de verdade e conhecer músicos fantásticos que me ajudaram muito no desenvolvimento. Logo após este tempo estudei com o saudoso Prof. Henrique Pinto que me transformou num violonista. Mas hoje abandonei a ideia de ser concertista ou algo assim. Em 2004 ingressei no Grupo Vencedores por Cristo e lá permaneci por dois anos. Foi muito bom porque conheci a realidade do Brasil em relação ao evangelho, visitando muitas igrejas. E a ferramenta usada era a música. Comecei a crescer nesta questão da composição de canções e assim cheguei no trabalho que desenvolvo hoje.
2 – A música chamada evangélica no Brasil hoje é na verdade um verdadeiro sopão sem identidade, pois ao mesmo tempo em que se abrem espaços na grande mídia, o conteúdo é raso e a mensagem do Evangelho de Jesus é posta de lado. Que análise você faz desse momento e que consequências isso trará?
Minha constatação é que o mercado "Gospel" já está estabelecido. Duas ou mais décadas de investimento pesado na criação de um público consumidor tiveram sucesso e fizeram a gente chegar onde estamos.Hoje assistimos a um circo dos horrores da música evangélica. O que concluo é que esse estilo surgiu para enganar e conseguiu enganar a muitos. Criaram seu público e assim vai sendo alimentando o ciclo vicioso. Mas ultimamente estou otimista, porque a 6 anos atrás não tínhamos muitas opções. Mas hoje vejo movimentos de levante da música brasileira; a música que é feita por nós brasileiros e que busca a verdade de Cristo e uma leitura correta ou ao menos mais cuidadosa da boa teologia. As consequências disso tudo? Como Jesus disse, muitos serão enganados, muitos falam no nome dele, mas não apresentam a Jesus na essência do seu discurso.
3 – O seu álbum tem um título intrigante: O CALAR DOS RUÍDOS (http://diegovenancio.blogspot.com/p/calar-dos-ruidos.html). Fale-nos um pouco sobre o sentido do título e o como isto se desenrola nas canções.
Esse título pode ser visto por duas vertentes. A do ruído explícito a que estamos expostos todos os dias na vida em cidade e também uma pretensão minha de dizer que ao ouvir esse disco calam-se os Ruídos externos que falam bobagem e não trazem boa música aos ouvidos. Tenho a pretensão de dizer que meu disco é bom do ponto de vista estético músical e até de poesia. Minha ressalva é a de que estou amadurecendo e posso fazer ainda melhor. É o que eu espero com a misericórdia de Deus.
4 – O Papo e Arte (@papoearte) tem tido cada vez mais audiência pelo twitter. A sua parceria com o Stênio Marcius (@steniomarcius) e os convidados tem dado super certo. Você esperava tanta repercussão? Aproveite e apresente para os que não conhecem o que é o Papo e Arte. Bom, a ideia é do Stênio Marcius.
Era só pra ser uma simples twitcam, mas graças a um amigo que disponibilizou alguns equipamentos, pudemos fazer algo melhor. E assim demos um nome e seguimos com um programa na web simples, mas bem estruturado. Não queremos nada muito formatado que tire nossa espontaneidade. Fazemos piadas, criticamos, elogiamos, rimos de nós mesmos e isso é divertido e gostoso de assistir. Todas as quartas as 20:30hs nos reunimos e fazemos o programa ao vivo. Mas que fica gravado no www.igrejasp.com.br Estamos lá para falar de arte de modo geral e também das nossas convicções cristãs.
5 – Quais são os trabalhos futuros? O que veremos e ouviremos adiante do Diego Venâncio?
Estou com alguns projetos. O primeiro deles está saindo agora que é o DVD Vida de Crianças, todas as composições do Stênio Marcius. Fiz uma releitura de um antigo disco infantil dele, e adicionamos animações a cada canção. Está um trabalho muito sensível e bonito. O segundo é um trabalho ecológico que foi iniciado também pelo Stênio e agora estamos terminando em parcerias as canções. Pretendemos fazer um DVD de conteúdo ecológico que levará meu nome como artista, mas darei ao Stênio todas as honras com toda a certeza. O terceiro já está em andamento também com as composições. É um disco "secular" (não gosto deste termo). Quero me comunicar com as pessoas que estão fora da igreja. Que não tem a linguagem eclesiástica. Quero falar do belo, quero falar de amor, de alegrias e tristezas e assim atingir as pessoas pela beleza. Vou tentar entrar com este trabalho em lugares que não entraria um trabalho "cristão". Não gosto da diferenciação dos termos porque para mim tudo é uma coisa só. O belo é feito por Deus o Criador que me emprestou a capacidade de fazer música. O belo conversa com todos. O quarto é um disco de DUO de violão e Flauta. Meu amigo Jorge Ervolini compôs duas suítes para mim e pretendo gravá-las também, mas não tenho nenhuma previsão de quando sairá.
6 – Por fim, agradecemos a sua paciência e gentileza em nos atender e pedimos que deixe uma mensagem a todos os leitores do blog.
Eu agradeço muito a oportunidade. Falar sobre música e os novos projetos é sempre um prazer. Meu recado é: Estamos em guerrilha, não podemos descansar e peço a ajuda de todos, para divulgar os trabalhos que valem a pena. Tragam novos ouvintes para serem cuidados, amparados, abençoados e até ensinados com as canções desses artistas criteriosos. A música hoje é o veiculo que ensina que prega que leva a mensagem, ela precisa ser integra e bonita.
Um grande abraço.
Deus abençoe vocês.
Quinta-feira, Setembro 08, 2011
Saimos do Limbo
Lembro-me dos lamentos dos choros de tristeza dos amantes de arte e da boa música. Saudozistas que rememoravam Vencedores Por Cristo, Rebanhão, Jovens da Verdade, Grupo Semente e tantos outros grupos e personalidades que produziram algo inédito, criativo com a cara de Brasil.
Isso se foi. Vivemos a exploração do "Mercado Gospel" e entramos no advento de Grupos como Hillsong, Vinnyeard, David Quinlan e fomos descendo a Cassiane, Fernanda Brum, Aline Barros e um sem-número de mega artistas, campeões de vendas que atraem inclusive investidores de fora dessa realidade Evangélica.
E o lamento dos amantes só crescia.
Vem os adoradores, os puladores, os extravagantes, os do Fogo, da Chuva, da Nuvem... até da Noiva que pega fogo.
Para os sensíveis artistas sinceros, a Chuva se fazia nas lágrimas dolorosas e de um canto entalado na garganta.
Um grito de desespero como se dissesse: " Então, é assim que terei que me expressar, sendo meu canto ditado pelo mercado e os modismos de rimas pobres ou até mesmo sem elas??? " foi dado.
De uns 5 a 6 anos pra cá, movimentos de libertação da escravatura surgiram.
A realidade dura de não se ter opção foi mudada.
Estávamos no Limbo e estamos diante de um momento maravilhoso de libertação.
Surgiram Nossa Música Brasileira, Sarau da Comuna, Som do Céu (este a muitos anos), mais alguns saraus e eventos musicais, programas nas Web como Papo e Arte, Papo na Rede e outros artisticos que surgem para solidificar uma transformação de mentalidade.
Vários discos novos surgem, músicos novos dão a cara a tapa e pregam contra o mercado.
Estamos crescendo e criando em nosso redor alternativas para o canto dos outrora desesperados.
Estamos livres ? Claro que não, mas faço aqui um post otimista. Quem em conhece sabe que não sou assim.
Mas temos alternativa. Hoje podemos pela web e de outras maneiras conhecer novas músicas de qualidade que tem o que dizer. Que se posicionam e mostram que o mercado acabou com a arte.
Estamos a caminho da liberdade. Graças a Deus por isso.
Estamos saindo do Limbo.
Quer conhecer mais? Acesse: http://www.youtube.com/user/DiegoVenancio1
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